sábado, 19 de dezembro de 2009

Lou Reed - Transformer [1972]


Já conhecia o Lou Reed pela participação que ele fez no clip do The Killers, Tranquilize. Mas nem sabia quem ele era, só de nome. Baixei o cd do Velvet Underground & Nico e ache bem legalzinho, mas nada extraordinário. Daí enfim, depois de ver o filme Adventureland (ou Férias Frustradas de Verão, tradução horrível), do qual cultua o cara como um Deus, eu me rendi à curiosidade.
Porra. Satellite of Love é uma praga de tão viciante. Aquilo grudou em mim, e ficou duas semanas na minha cabeça. Além dela, o disco ainda tem as clássicas "Perfect Day" e "Walk on the Wild Side". Vicious também não deve ser esquecida ("You hit me with a flower" - genial. Andy Warhol que deu a idéia haha).
O album foi produzido pelo David Bowie e pelo Mick Ronson. Ambos tiveram grande influência do Reed.

Lou Reed - Transformer [1972]

Neil Young - After The Goldrush [1970]


Clássico. Terceiro álbum do Neil, gravado enquanto o Dèja Vú do CSN&Y estava sendo produzido também.
Esse álbum já valeria por Tell Me Why. Depois dessa, ainda vem Only Love Can Break Your Heart, Don't let it bring you down e When You Dance You Can Really Love.
Não é a toa que a Rolling Stone colocou o álbum na 71° posição no ranking dos melhores álbuns de todos os tempos.
É a mistura de rock com folk e aquela voz inconfundível do Neil. Só podia dar nisso.
Neil Young - After The Goldrush [1970]

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Joni Mitchell - Court and Spark [1974]


Pérola. Um dos meus álbuns favoritos.
Help Me, Free Man In Paris, People's Parties, Just Like This Train, Trouble Child... Perfeitas.
A década de 70 foi ótima pra Joni. Ela lançou o Blue, o Court, o The Hissing of the Summer Lawns, o Shadows and Light (show antológico), o Hejira. Era a época de intensa atividade, que vinha um álbum atrás do outro.
A partir desse cd, começou a sair um pouco daquele folk tradicional e flertar com o jazz.
O lirismo como de costume, também é impecável.
Enjoy:


Joni Mitchell - Court and Spark [1974]
http://www.mediafire.com/?htzmugldmkm

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Kaki King - Everybody Loves You (2003)

Primeiro álbum. Totalmente instrumental,com exceção do final da última música que tem uns tímidos e irritantes "nananana". Eu acho esse álbum espetacular. Aqui é a Kaki King crua, mostrando toda a técnica que tem e a criatividade. Ela explora usa muito o "tapping", que pelo nome, já sugere o que é. Só dando uns tapinhas no violão, se consegue um baita som, sendo que já dá pra fazer quase uma percurssão junto. Outro artista que explora bastante isso é o Andy Mckee (no youtube tem vários vídeos dele).
Eu particularmente acho que ela usa essa técnica demasiadamente em certas músicas, e parece que ao mesmo tempo, ela tem uma tendência a mostrar toda a habilidade, acelerando a música, chegando a ficar uma coisa quase chata (o Yamandu Costa tinha dessas).
Mas tirando isso, o álbum tem músicas épicas, como Night After Sidewalk, Joi, Carmine Street, The Exhibition, Fortuna. O álbum todo é muito delicado. É um cd único. Todo ele é acústico.
O Legs To Make Us Longer, o sucessor deste, já caminha pra guitarra, se aproximando mais da Kaki de hoje. E assim sucessivamente.

Kaki King - Everybody Loves You (2003)

terça-feira, 10 de novembro de 2009

The Whitest Boy Alive - Dreams (2006)


Voltando ao blog, depois de um tempinho. Ando meio ocupada com estudos e todas as mediocridades de um pré-vestibulando.
Indo para o que interessa... Não sei como demorei tanto tempo pra descobrir essa banda. Outra paralela do Erlend Øye e muito diferente do Kings of Convenience. Com "Burning" abrindo o álbum (exalando algo meio The Cure) o som aqui é mais minimalista, e mais eletrônico.
A história dos caras é bem simples: os caras se juntaram em Berlim e decidiram formar uma banda. Erlend nos vocais e guitarra, Marcin Oz no baixo, bateria por Sebastian Maschat e Daniel Nentwig tocando piano e teclado. Tão fácil quando se tem gente boa e criativa junto...
Enfim, não achei muitos detalhes da banda na internet, mas o som é bem legal. Eles lançaram esse ano o "Rules", que virei a postar. Enquanto isso, divirtam-se com o álbum de estréia.
Destaque pra Burning, Above You e Don't Give Up.

The Whitest Boy Alive - Dreams (2006)

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Jamie Cullum - The Pursuit (2009)



Putaria. Excluíram o link duas vezes. Merda.

Ouvi o cd, constantemente quando baixei. Logo, enjoei. Enfim. Tá bem mais pop, mas dá pra salvar algumas, como Wheels, If I Ruled The World e I think I love (não desmerecendo todas as outras. Há várias boas -outras nem tanto-, mas nada mais que isso). Senti falta de feeling, alguma alegriazinha excessiva. Pra variar, prefiro os artistas melancólicos. Quase sempre se produz melhor assim. haha. Mas mesmo assim recomendo, pra um novo fã.

Não esquecendo que os melhores discos, sem sombra de dúvida são o Twentysomething e Pointless Nostalgic. O Catching Tales também é do caralho, pra se começar a ouvir.

Mas é isso aí, cada um com suas novas experiências e sonoridades. Como fã do Jamie, respeito a escolha dele, e continuo admirando o trabalho dele, mas infelizmente, perdi um pouco do entusiasmo.

Jamie Cullum - The Pursuit (2009)

quando tiver a fim eu posto o link de novo.

domingo, 18 de outubro de 2009

Kings of Convenience - Kings of Convenience (2000)


O primeiro cd, mais raro de achar (foi lançado só nos EUA). Upei pra um fdp do lastfm, que veio todo simpático pedindo e nem agradeceu depois. ¬¬'
Várias das músicas nesse cd foram pro álbum póstumo, o Quiet Is The New Loud. Mas tem algumas 'novas', como "Brave New World", "English House" e "Days I Had With You". Destaque pra primeira e última. Divirtam-se.

Kings of Convenience - Kings of Convenience (2000)