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terça-feira, 23 de março de 2010

Cat Power - Willie Deadwilder


SIM, agora vou me empolgar e postar um álbum da Chan por semana, até o dia do show (pra quem não sabe, a Cat Power vai vir pra Porto Alegre, minha cidade, dia 20/05 :).
Ah, rsrs não façam piada com a foto ok. RSRS. Botei essa foto porque, na verdade, a tal Willie Deadwilder é uma única música. Mas não é uma música. É A música. Pela grandeza, pela sutileza...
A querida tem 18 min, simplismente. Ela vem em um cd (porque certamente não seria justo colocá-la num cd com outras músicas haha), junto com o DVD do Speaking for Trees. Composta pela Chan e pelo M. Ward (vide She and Him, e carreira solo), ela é uma espécie extensão do que se pode ouvir na Willie do The Greatest. E com outros arranjos, claro.
Bom, a música parece que é um tipo de diário de uma jornada neo-hippie que a Chan fez pra produzir o Speaking fo Trees. Quem tem, ou quem já viu o encarte do DVD entende do que eu tô falando. São várias pequenas historinhas, falando de pessoas, sentintimentos, amores e medos... enfim. 18 min de paraíso.
E só pra constar, sim, ela é uma das minhas preferidas (oh que dúvida) hehe.
Podem se deliciar. (AH, notem a Chan bocejando nos primeiros segundos hihihiih ^.^)

"My heart is a worried thing
Memories have planted
Seeds of a field
I now want to reap and sow..."

Cat Power - Willie Deadwilder
http://www.mediafire.com/?djduw2tzkyz

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Cat Power @ BBC 1 London (20.07.00)

Mais um ao vivo. Adoro esse show, particularmente, por ter um toque mais intimista. Época de Covers Record, Chan das antigas.
Daqui que veio o famoso cover de Wonderwall (que muitos conhecem). Mas eu, particularmente, acho que tem versões aqui, muito mais interessantes. Como Deep Inside, da Mary J. Blige. O acústico e a tradicional melancolia das versões a Chan, fazem que a versão fique muito mais intensa que a original (com todo o respeito aos que gostam, claro). Oh, sister do Dylan, também é muito boa.
Mas curiosamente é a versão de Free bird do Lynyrd Skynyr que eu mais gostei. Da original de 10 min, pro cover de 38 segundos. Simplicidade é a palavra-chave.
Ah, e como eu AMO isso na Chan. Espero que gostem. ;)

Cat Power @ BBC 1 London (20.07.00)

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Cat Power @ Radio Munich (23/11/98) / Channel V Sydney (02/12/98)


Baixei um torrent de mais ou menos 1,2gb de Cat Power ao vivo. Depois do show, fiquei automaticamente obcecada pelos shows dela, visto que ela muda todo o arranjo das músicas.
Essa apresentação nessa rádio alemã (a que eu mais escuto, de todos os shows que vieram no torrent) já mostra essa característica tão marcante, que eu faço questão de enfatizar. Isso faz com que tu vicie e não pare mais de escutar, e sem enjoar (o que é mais incrível). Enfim, talvez porque eu seja louca, mas...
Bom, 98 é o auge do Moon Pix. Temos aqui algumas do cd, e outras que ela levaria pra álbuns póstumos, como "Werewolf", "Naked If I Want To" e "I Found a Reason". Também tem "From the Fur City", que aparece no Speaking for Trees, e uma que eu nunca tinha ouvido antes: "He Was a Friend of Mine" (linda demais. acho que ela chora no meio da música).

Depois posto outro showzinho (showzinho porque tem três músicas), que tem uma versão de "Colors and the Kids" que passei a semana escutando.

Cat Power @ Radio Munich (23/11/98)
http://www.mediafire.com/?eyhyfmetwmd

E como prometido, o outro show:

Channel V Sydney 02.12.98
http://www.mediafire.com/?zmxnm0zjzjy

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Cat Power - Moon Pix (1998)


HÁ. Que dúvida por quem começar hein? HAHA xD
Bom. Esse é clássico. Se você não conhece Cat Power, esse é um bom começo.
Em setembro de 1998, saía o álbum que com certeza mudaria o rumo da carreira de Chan Marshall. O Moon Pix é, na minha humilde opinião, o cd mais sentimental e forte da carreira dela. Letras intensas, vozes sobrepostas, arranjos simples, porém de certa forma viciantes. Esse foi o início da mudança estética de suas músicas. Os seus antecessores, Dear Sir (1995) e Myra Lee (1996) seguiam a linha lo-fi, diria até underground. Já o What Would The Community Think (também de 1996) se diferencia muito do anterior, sendo mais parecido com o Moon Pix).
Enfim, não vou conseguir fazer um bom comentário por ser uma fã apaixonada. Então, toda e qualquer crítica, seria rasgação de seda. Espero que gostem, e se interessem por descobrir mais da obra da Chan.

Só por Metal Heart, o cd já vale.