domingo, 18 de setembro de 2011

Boogie Nights OST (1997)


Pra começar: que baita filme.
Muito além da putaria, claro. Paul Thomas Anderson (mesmo diretor de Magnólia), além de produzir um drama bem humorado e criativo, também acerta em cheio na trilha sonora.
Grande parte da lista pende pro soul, disco, funk, e rock. Só o que há de melhor das baladinhas 70/80, hehe. Tanto na parte do drama, quanto nas festas (tempo da discoteca, todos dançando a mesma coreografia [nasci na década errada..]), cada música vem bem a calhar.
Direto pra um dos favoritos. (E mais um elogio por fora, finalmente me fez descobrir "Machine Gun" dos Commodores, que tanto escutei na Hora do Rush, (ex?) programa da rádio Pop Rock fm gaúcha. haha http://www.youtube.com/watch?v=s9siMXbuc5o)

Não se assustem, a primeira faixa é o Mark Wahlbeg cantando no filme. haha
FEEL FEEL FEEL MY HEAT!

Boogie Nights OST (1997)
http://www.mediafire.com/?ypg05g1d7ud5ay8

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Bonnie 'Prince' Billy - The Letting Go (2006)

Will Oldham - ou Bonnie 'Prince' Billie é mais um daqueles artistas prodígios-subestimados. A sonoridade me lembra muito Iron & Wine, talvez um pouco mais cru e melancólico. Já contribuiu com alguns artistas (vide Scout Niblett ♥ http://www.youtube.com/watch?v=I9cwz12wKD0&ob=av2e VEJAM), sendo que até o Johnny Cash gravou I See A Darkness, de sua autoria. Já na estrada desde 1997, passou por diversos nomes... Até que se decidiu por Bonnie 'Prince' Billy. Segundo Oldham, é uma mistura de homenagens, incluindo Bonnie Prince Charlie, Billy the Kid e Nat King Cole.

Essa pérola de álbum conta com a indispensável participação de Dawn McCarthy no backing vocal (desconhecida por mim até então). Violinos, violinos...
Também vem de uma leva muito escutada do ano passado pra cá.
Wai, Cursed Sleep, The Seedling.

Bonnie 'Prince' Billy - The Letting Go (2006)
http://www.mediafire.com/?f7og28yvuwxil12

quinta-feira, 16 de junho de 2011

post duplo: Noah and The Whale e Laura Marling

Dois álbuns que não podem ser postados separadamente.
falo de Noah and The Whale - First Days of Spring (2009) e Laura Marling - I Speak Because I Can (2010).
Há várias sutilezas nesses dois discos, como se um fosse a resposta do outro.

Noah and The Whale - First Days of Spring (2009)


Segundo cd da banda. Vindo de um cd bonitinho, comentado, com o ultra-happy-cute hit "5 years time", Charlie Fink (vocalista da banda) desabrocha toda a sua melancolia e tristeza após o término com a sua então namorada e ex-colega de banda, Laura Marling.
Nenhuma novidade. Canções de corações partidos há aos montes por aí. Mas aqui não se trata só de uma simples dor de cotovelo. É um cd inteiro de tristeza, amargura, crise existencial, raiva e amor. Porque apesar de tudo, e das variações de
sentimento de música pra música, sempre aparece uma pequena esperança que ela volte.

Avaliação "técnica":
Como dito acima, a dor de cotovelo se esvai em todos os sentimentos possíveis, e aparecem claramente ao longo de cada faixa. Há uma parte instrumental muito interessante, uma mistura elementos de coro (em Love of an Orchestra, Blue Skies) e cordas e sopro (First Days of Spring, My Broken Heart) , que compoem e diversificam os arranjos tristes de Fink. O disco caminha entre a simplicidade do folk e a complexidade desses elementos, fazendo com que este se sobressaia não só por suas letras extremamente melancólicas, mas por mostrar todo o talento e criatividade da banda, ao harmonizar tudo isso (ah, e como eu adoro os violinos!).

Avaliação "sentimental":
Sou extremamente suspeita pra falar desse disco, porque eu sou obcecada por músicas tristes - e esse cd é um prato cheio (essa é a parte em que vocês me acham a maníaca depressiva).
Ouvi tanto esse cd ano passado, que cheguei a conclusão de que só poderia escrevê-lo depois que conseguisse me desprender dele e de tudo mais que me ligasse aos motivos de ouví-lo.
Dá vontade de já deixar mastigado algumas das várias pérolas que Fink escreveu, mas achei que seria chato demais e ninguém iria acabar lendo. Sugiro então, que cada um que prestar o mínimo de atenção nas letras, deixe sua(s) frase(s) favorita(s) nos comentários. =)

Então, meu amigo. Você. Sim. Você que está na merda, com o coração partido, com a bunda doendo de tanto levar pé: venha deliciar-se com esse cd, que tanto irá afundá-lo ainda mais quanto irá motivá-lo a sair dessa nhaca. Afinal, nos primeiros dias de primavera (ou em um ano depois), tudo se renova.

N&TW - FDOS

Laura Marling - I Speak Because I Can (2010)



Eis que Laura, a vadia destruidora de corações lança em 2010 sua resposta ao disco do ex-namorado. Obviamente, ela não se dá ao trabalho de fazer um disco inteiro sobre isso, mas deixa claro seus motivos (Blackberry Stone, What He Wrote) e também seu amadurecimento em relação ao primeiro trabalho de 2008 (na época com 18 anos D= ).
A menina já mostra seus traços de mulher. Tanto na habilidade no violão, como na profundidade das letras (há quem a compare com Joni Mitchell). Os "fantasmas" e as "velhas pedras" dão lugar a melodias mais elaboradas (com o claro incentivo de Marcus Mumford, seu novo namoradinho, da banda Mumford and Sons): banjo, violinos - o que dá um ar country a algumas músicas - os vocais mais expressivos, o violão.. e a sua desenvoltura em escrever letras tão intensas, com apenas 20 anos.
Laura Marling hoje, talvez seja a maior inspiração na minha idéia de carreira musical póstuma. HAHA. Porra! Tô com 19, já tô passando do tempo...

LM - ISBIC (2010)
http://www.mediafire.com/?jqsxdztt9zcyjt2

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Vale deixar alguns vídeos interessantes:

5 Years Time - http://www.youtube.com/watch?v=T8YCSJpF4g4 Noah and the Whale com Laura Marling

Slow Glass - http://www.youtube.com/watch?v=nCXtJdLVUEo (melhor versão do Youtube!)
Love Of An Orchestra - http://www.youtube.com/watch?v=CQDI5ra16Nw (videozinho feliz pra variar)

New Romantic - http://www.youtube.com/watch?v=cR_lzh6gvT4 (outra pro Fink - detalhe pra camiseta das Spice Girls HAHA ♥)
Travel Light - http://www.youtube.com/watch?v=F-jFR6qaf18(with Johnny Flynn - uma fofura de menino)
The Water - http://www.youtube.com/watch?v=a4QQ7HYYdWw (também com Johnny Flynn)

Que baita post!
I hope you like it! :)

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Bill Callahan - Woke On A Whaleheart (2007)



Bill. Ah, Bill!
Fiquei puta comigo mesma quando achei isso aqui. Por ter demorado tanto tempo pra descobrir!
Dispensa comentários. Na minha humilde opinião, melhor que o Sometimes I Wish I Were an Eagle.

só por From The Rivers To The Ocean o cd já valeria. não é qualquer um que escreve uma letra daquelas..
Diamond Dancer, Sycamore, Honeymoon Child, e a baladinha Man Needs A Woman Or A Man To Be A Man também não podem ser esquecidas.


Quero um Bill pra mim.

Bill Callahan - Woke On A Whaleheart (2007)
http://www.mediafire.com/?u9g5p2cza87ar5b

Sibylle Baier - Colour Green (2006)


Sibylle Baier foi mais uma das minhas gratas supresas do last fm. Após dias de vício com Vashti Bunyan, resolvi dar uma olhada nas relacionadas dela. E que surpresa.
Primeira impressão: Nick Drake de saia. Impressionante a semelhança.
Mais impressionante ainda é a história da mulher. Depois de mais de 30 anos (neste caso, não por falta de reconhecimento, mas por falta de divulgação) e com um passa e repassa de sua compilação por entre membros da família, eis que o cd vai parar nas mãos de J Mascis, líder da Dinosaur Jr. E aqui estamos. O que um pouco de influência não faz, hein.
Lançado pelo selo Orange Twin (que já lançou coisas do Neutral Milk Hotel) em 2005, Colour Green é o primeiro e único cd da cantora alemã.
É difícil falar da Sibylle por não ter muitos dados dela disponíveis da internet.
No seu site oficial (onde seu filho Robby posta), foi levantada a hipótese de lançar um livro com acordes, letras e partituras de suas músicas (eu compro!) .
Ela também andou compondo recentemente, pra trilha sonora do novo filme do Wim Wenders (amigo da família, rs), "Palermo Shooting". Let Us Know (gravada em 2008) está disponível no seu site oficial http://www.sibyllebaier.com/ .
Tonight, The End, William e Colour Green. As melhores.
Sibylle Baier - Colour Green (2006)

Vashti Bunyan - Lookaftering (2005)


Já tinha ouvido falar de Vashti Bunyan por ela ser precursora do tal movimento "freak folk", dos quais pintas como Devendra Banhart, Joanna Newsom e CocoRosie fazem parte.
Ok, convenhamos, esse gênero "freak folk" é de deixar qualquer um com a pulga atrás da orelha. Eu particularmente gosto dos três artistas acima citados, mas reconheço que não são fáceis de gostar. Pelo menos de primeira impressão.
Mas por quê? Por não serem convencionais. Por serem diferentes: vozes estranhas, melodias diferentes e algumas letras sem nenhum sentido aparente.
Vashti Bunyan foi exatamente ao contrário. Ouvi Swallow Song e Diamond Day no youtube e já gostei logo de cara. Letras poéticas e bonitas, voz doce, violãozinho, e acompanhamentos sutis marcavam as músicas. Diferente do tal do freak folk dos quais alguns a encaixam.
Mas enfim, de fato, a Vashi já contribuiu e já usufruiu de suas crias. Após uma "pausa" de 30 anos desde o seu último álbum (Just Another Diamond Day, 1970), ela retorna à música com o Lookaftering. Newsom dá ar da graça em "If I Were" e Devendra (que na música Rejoincing in the Hands (♥) conta com Bunyan no backing vocal) contribui na guitarra.
O melhor de tudo é que depois de tantos anos longe, e com reconhecimento tardio, ela volta como se o tempo tivesse parado. Tudo parece intocado. A voz, o estilo, tudo permanece igual. É bom de ver até que ela se manteve fisicamente (o que é mais raro ainda hoje em dia rs).
Além do link do álbum, indico a música "I Want to be Alone", no youtube. Infelizmente não a achei em lugar nenhum, mas vale a pena ouvir:
Favorita: Wayward. Disparado.
Vashti Bunyan - Lookaftering (2005)

segunda-feira, 29 de março de 2010

Iron & Wine - Our Endless Numbered Days


Iron & Wine é aquele tipo de som que tu ouve e, por mais irritado, cansado, triste que tu esteja, tu consegue relaxar e te renovar. Sei lá, eu sou muito suspeita porque eu sou muito apaixonada pelo som dele.
Iron & Wine mascara o cara que tá por trás de tudo, o maravilhoso e barbudo Sam Bean. O cara é totalflex: compõe, arranja, toca diversos instrumentos, produz, e até dirige os videoclipes das músicas. Tudo de um jeito meio mágico, meio.. sei lá. Com certeza tô romantizando as coisas, mas foda-se. hahaha.
Ele pode ser encaixado no gênero indie-folk, segundo o last fm. Pra mim, é um neo-folk (dá no mesmo? haha). Enfim.
Bom, sem dúvidas destaque pra "Naked As We Came" (vejam o clipe!), "Love and Some Verses", e "Passing Afternoon" (L).

Obs¹: Eu amo a capa desse disco.
Obs²: Alguém já viu Passing Afternoon na season finale da quarta temporada de House? Inesquecível.

Iron & Wine - Our Endless Numbered Days
http://www.mediafire.com/?wdjfwtiimfz

Neil Young & Crazy Horse - Zuma


O Crazy Horse é mais uma subdivisão da tragetória do Neil Young. É, digamos, a banda de apoio. Como muitos sabem, o Neil Young tem uma vasta carreira, com trabalhos solos, e participações em bandas importantíssimas, como o Buffalo Sprigfield e Crosby, Stills, Nash & Young.
O Crazy Horse só acrescenta mais ao estilo do Neil. Não muda, não faz grandes interferencias comparado a trabalhos solo dele, mas fazem diferença.
Não sei dizer ao certo, também não quero falar uma coisa sem saber, mas a impressão que eu tenho é que juntos, o som sai mais progressivo. Enfim, é apenas uma impressão, concordem ou não. ahaha.
Baixei alguns cds deles há poucos dias. Conhecia só algumas músicas que continham no Greatest Hits do Neil Young, sendo que uma das músicas que mais me chamaram a atenção foram "Down By The River"e "Like a Hurricane" (que não estão no Zuma).
Escolhi o Zuma porque foi o que mais me chamou a atenção comparando aos outros. Enfim.
Tô atrás agora da discografia do Crazy Horse solo. Destaque pras quatro primeiras músicas.

Neil Young & Crazy Horse

terça-feira, 23 de março de 2010

Cat Power - Willie Deadwilder


SIM, agora vou me empolgar e postar um álbum da Chan por semana, até o dia do show (pra quem não sabe, a Cat Power vai vir pra Porto Alegre, minha cidade, dia 20/05 :).
Ah, rsrs não façam piada com a foto ok. RSRS. Botei essa foto porque, na verdade, a tal Willie Deadwilder é uma única música. Mas não é uma música. É A música. Pela grandeza, pela sutileza...
A querida tem 18 min, simplismente. Ela vem em um cd (porque certamente não seria justo colocá-la num cd com outras músicas haha), junto com o DVD do Speaking for Trees. Composta pela Chan e pelo M. Ward (vide She and Him, e carreira solo), ela é uma espécie extensão do que se pode ouvir na Willie do The Greatest. E com outros arranjos, claro.
Bom, a música parece que é um tipo de diário de uma jornada neo-hippie que a Chan fez pra produzir o Speaking fo Trees. Quem tem, ou quem já viu o encarte do DVD entende do que eu tô falando. São várias pequenas historinhas, falando de pessoas, sentintimentos, amores e medos... enfim. 18 min de paraíso.
E só pra constar, sim, ela é uma das minhas preferidas (oh que dúvida) hehe.
Podem se deliciar. (AH, notem a Chan bocejando nos primeiros segundos hihihiih ^.^)

"My heart is a worried thing
Memories have planted
Seeds of a field
I now want to reap and sow..."

Cat Power - Willie Deadwilder
http://www.mediafire.com/?djduw2tzkyz

domingo, 7 de fevereiro de 2010

The Best of Focus (1994)


Só pra registrar a banda que vai vir fazer show aqui em Porto Alegre...
Bom.. Não posso dizer que sou fã ou que conheço profundamente os caras. Mas putz... Uma singela admiradora, eu posso dizer que sou.
Meu pai me apresentou o Focus há +- um ano e meio. Quando ele me emprestou o cd "Focus 3" (que tem a "Anonymus Two" de 26 min *-*), eu nem dei muita bola. Tava bem na época de Cat Power.
Mas enfim. Depois de um certo tempo (em um belo e tedioso dia), peguei pra ouvir. BAH. Sabe o que é tu estar viajando, beeem distraída no teu mundinho, quando de repente... tu te liga do nada e quase grita: PUTA QUE PARIU QUE COISA FODA! é.
Muita gente já passou pela banda, mas o cabeça da turma é o flautista Thijs van Leer (com grandes trabalhos tambem em música erudita).
Os caras fazem um som progressivo (o que ate então, eu nem era muito chegada), instrumental, com algumas influências clássicas (pelo próprio Thijs) e uma jogada meia psicodélica. Boa mistura.
Enfim, é isso. Não consegui o Focus 3 ainda, mas irei postá-lo.
The Best of Focus (1994)

Cat Power @ BBC 1 London (20.07.00)

Mais um ao vivo. Adoro esse show, particularmente, por ter um toque mais intimista. Época de Covers Record, Chan das antigas.
Daqui que veio o famoso cover de Wonderwall (que muitos conhecem). Mas eu, particularmente, acho que tem versões aqui, muito mais interessantes. Como Deep Inside, da Mary J. Blige. O acústico e a tradicional melancolia das versões a Chan, fazem que a versão fique muito mais intensa que a original (com todo o respeito aos que gostam, claro). Oh, sister do Dylan, também é muito boa.
Mas curiosamente é a versão de Free bird do Lynyrd Skynyr que eu mais gostei. Da original de 10 min, pro cover de 38 segundos. Simplicidade é a palavra-chave.
Ah, e como eu AMO isso na Chan. Espero que gostem. ;)

Cat Power @ BBC 1 London (20.07.00)

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Cat Power e Yann Tiersen na Virada Cultural em SP

Pois é. Ano passado foi AQUELA correria pra ir no show da Cat Power em São Paulo. Depois de muitas súplicas e combinações, aqui vai a Mayra pra SP, enforcando a formatura e metade das férias no final do ano.
Chega 2010. E não é que a bichinha volta? Com show duplo? E DE GRAÇA? Putz. Chega a dar raiva. E ainda vem acompanhada do Yann Tiersen.
Poizé. O que me resta é tentar alguns bicos e me escravizar por alguns trocados. Mas se tudo der certo... Ah, nem que eu vá de jegue, mas eu vou nessa merda.

http://www.cifraclubnews.com.br/noticias/20761-cat-power-mudhoney-tocarao-na-virada-cultural-paulista-este-ano.html

http://www.rollingstone.com.br/secoes/novas/noticias/cat-power-tocara-de-graca-na-virada-cultural-paulista/

http://ow.ly/1132c

BACK

Então! Depois de ameaças de uma tal de DMCA, que simplismente retiraram posts meus por causas dos links (o do Leonard Cohen foi um), voltei. E vou continuar postando links, até quando der. Quantos blogs de música e filmes existem, e nenhum "Xerife" vem nos comentários encher o saco e tirar os cds fora do ar? Se eu quisesse fazer pirataria, gravava todas as minhas discografias e vendia lá no centro, ao invés de postar aqui. Não perderia nem o meu tempo escrevendo resenhas.

Mas enfim. Peço encarecidamente a quem lê, que se algum link estiver corrompido, que me avise pelo email: mayra_poa@hotmail.com . Não posso sempre checar a disponibilidade de todos, mas farei o possível para que isso aqui fique organizado. Quando houver interferências contínuas, deixarei links direto pra torrents (que são mais seguros, e dificilmente saem do ar).

Pretendo também, começar postar notícias relacionadas a música. Reportagens, com algum palpite desnecessário meu. uhahuahau

E minhas desculpas pela ausência.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Bob Dylan - Christmas in the Heart [2009]


Uma ótima trilha sonora pro natal. Meu presente pros que frequentam o blog! haha.
Feliz natal!
Merry Christmas!
Encham a pança e ganhem muitos presentes.
Mas não esqueçam que o natal é só isso! Vamos nos ajudar, e tentar melhorar cada vez mais as coisas a nossa volta. E principalmente, nós mesmos. (ok, acabou o discurso haha).
Boas festas à todos.

Bob Dylan - Christmas in the Heart [2009]
Os caras pegaram pesado. Procurei pelos torrents e todos os links estavam fora do ar. Enfim, dessa vez, quem se interessar, vá atrás. hehehe

sábado, 19 de dezembro de 2009

The Doors - An American Prayer [1978]


Não sabia se colocava o título como The Doors ou Jim Morrison, mas ja que há músicas da banda e foram os próprios integrantes que tomaram a iniciativa de reunir as obras num disco póstumo (após 6 anos do fim)...
De umas duas semanas pra cá eu realmente viciei em Doors e Smiths. Morrison e Morrissey hehe.
Ouvi a fio toda a discografia das duas bandas, mas esse cd realmente me chamou a atenção, não apenas por ter poesias declamadas pelo próprio Morrison, mas pela maneira com que ele as faz, com tal intensidade e desenvoltura artística.
Como mulher, me dou o direito de exaltar a beleza deste ser. Seus atributos tem de ser levados em conta. Não só fisicamente, mas todo o sex appeal e aquela voz aveludada que chega a te dar arrepios (como em "Angels and Sailors"). Óbvio que isso contribuiu para a minha preferência momentânea, mas isso não vem ao caso haha.
Peço que assim como eu, as pessoas que não tem o domínio fluente do inglês, que façam um esforço e tendem entender (e interpretar) o que está sendo dito. O cara realmente era um gênio. Meio lunático, mas gênio.
Como já foi dito, Angels and Sailors é arrepiante. Lament chega ser engraçada, por falar.. especificamente da morte do p. do Morrison (RIP) heheheh. Bird of Prey, a capella, é relaxante, leve. Ghost Song, uma das melhores músicas do The Doors.
Enfim. Não chega a ser um álbum com músicas, mas talvez seja tão ou mais especial quanto. É uma relíquia, do qual se pode apreciar momentos de descontração e desenvoltura de um dos caras mais geniais que já houve na história do Rock.

The Doors - An American Prayer [1978]
http://www.mediafire.com/?ewjtidzzghi

Lou Reed - Transformer [1972]


Já conhecia o Lou Reed pela participação que ele fez no clip do The Killers, Tranquilize. Mas nem sabia quem ele era, só de nome. Baixei o cd do Velvet Underground & Nico e ache bem legalzinho, mas nada extraordinário. Daí enfim, depois de ver o filme Adventureland (ou Férias Frustradas de Verão, tradução horrível), do qual cultua o cara como um Deus, eu me rendi à curiosidade.
Porra. Satellite of Love é uma praga de tão viciante. Aquilo grudou em mim, e ficou duas semanas na minha cabeça. Além dela, o disco ainda tem as clássicas "Perfect Day" e "Walk on the Wild Side". Vicious também não deve ser esquecida ("You hit me with a flower" - genial. Andy Warhol que deu a idéia haha).
O album foi produzido pelo David Bowie e pelo Mick Ronson. Ambos tiveram grande influência do Reed.

Lou Reed - Transformer [1972]

Neil Young - After The Goldrush [1970]


Clássico. Terceiro álbum do Neil, gravado enquanto o Dèja Vú do CSN&Y estava sendo produzido também.
Esse álbum já valeria por Tell Me Why. Depois dessa, ainda vem Only Love Can Break Your Heart, Don't let it bring you down e When You Dance You Can Really Love.
Não é a toa que a Rolling Stone colocou o álbum na 71° posição no ranking dos melhores álbuns de todos os tempos.
É a mistura de rock com folk e aquela voz inconfundível do Neil. Só podia dar nisso.
Neil Young - After The Goldrush [1970]

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Joni Mitchell - Court and Spark [1974]


Pérola. Um dos meus álbuns favoritos.
Help Me, Free Man In Paris, People's Parties, Just Like This Train, Trouble Child... Perfeitas.
A década de 70 foi ótima pra Joni. Ela lançou o Blue, o Court, o The Hissing of the Summer Lawns, o Shadows and Light (show antológico), o Hejira. Era a época de intensa atividade, que vinha um álbum atrás do outro.
A partir desse cd, começou a sair um pouco daquele folk tradicional e flertar com o jazz.
O lirismo como de costume, também é impecável.
Enjoy:


Joni Mitchell - Court and Spark [1974]
http://www.mediafire.com/?htzmugldmkm

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Kaki King - Everybody Loves You (2003)

Primeiro álbum. Totalmente instrumental,com exceção do final da última música que tem uns tímidos e irritantes "nananana". Eu acho esse álbum espetacular. Aqui é a Kaki King crua, mostrando toda a técnica que tem e a criatividade. Ela explora usa muito o "tapping", que pelo nome, já sugere o que é. Só dando uns tapinhas no violão, se consegue um baita som, sendo que já dá pra fazer quase uma percurssão junto. Outro artista que explora bastante isso é o Andy Mckee (no youtube tem vários vídeos dele).
Eu particularmente acho que ela usa essa técnica demasiadamente em certas músicas, e parece que ao mesmo tempo, ela tem uma tendência a mostrar toda a habilidade, acelerando a música, chegando a ficar uma coisa quase chata (o Yamandu Costa tinha dessas).
Mas tirando isso, o álbum tem músicas épicas, como Night After Sidewalk, Joi, Carmine Street, The Exhibition, Fortuna. O álbum todo é muito delicado. É um cd único. Todo ele é acústico.
O Legs To Make Us Longer, o sucessor deste, já caminha pra guitarra, se aproximando mais da Kaki de hoje. E assim sucessivamente.

Kaki King - Everybody Loves You (2003)

terça-feira, 10 de novembro de 2009

The Whitest Boy Alive - Dreams (2006)


Voltando ao blog, depois de um tempinho. Ando meio ocupada com estudos e todas as mediocridades de um pré-vestibulando.
Indo para o que interessa... Não sei como demorei tanto tempo pra descobrir essa banda. Outra paralela do Erlend Øye e muito diferente do Kings of Convenience. Com "Burning" abrindo o álbum (exalando algo meio The Cure) o som aqui é mais minimalista, e mais eletrônico.
A história dos caras é bem simples: os caras se juntaram em Berlim e decidiram formar uma banda. Erlend nos vocais e guitarra, Marcin Oz no baixo, bateria por Sebastian Maschat e Daniel Nentwig tocando piano e teclado. Tão fácil quando se tem gente boa e criativa junto...
Enfim, não achei muitos detalhes da banda na internet, mas o som é bem legal. Eles lançaram esse ano o "Rules", que virei a postar. Enquanto isso, divirtam-se com o álbum de estréia.
Destaque pra Burning, Above You e Don't Give Up.

The Whitest Boy Alive - Dreams (2006)